A nossa missão, melhorar os cuidados de saúde através da formação e da geração de conhecimento, concretiza-se na construção de uma comunidade científico-pedagógica dinâmica e vibrante. Aqui cada indivíduo encontra o seu espaço e a sua missão, na construção da missão da instituição. Foi, é, e será sempre esta a nossa política: a convicção consciente e paciente de uma missão social, de serviço aos que necessitam de cuidados de saúde, no respeito livre do desenvolvimento individual.
Confiaram-nos a missão de formar médicos competentes. Aceitamos. Cumprimos. E cumprimos, de forma responsável, consciente, do primeiro ao último momento. Preparamos Médicos competentes no domínio do saber, do saber fazer e do saber estar. Ajudamos a construir os médicos que o país precisa. Com critério, com rigor, com paixão!

A aquisição de competências para o exercício futuro da Medicina é claramente uma tarefa de enorme responsabilidade para o indivíduo, para a sua instituição e para a sociedade. Esta complexidade é ainda maior porque decorre num ambiente de enorme turbulência gerada pela adição contínua de novos conhecimentos e desafios da prática clínica. A "incerteza" de hoje é a "certeza" de amanhã, mas não é menos verdade que a verdade de hoje, será questionável amanhã. Daí, que o nível de rigor na verificação da aquisição de competências clínicas, que se centram no desempenho, é uma tarefa que implica enorme exigência. O que seguramente perdura em cada um dos nossos graduados é a competência clínica, garante de um correcto juízo clínico em qualquer contexto.

A Escola aceitou o desafio de inovar; e inovou nas filosofias e nas políticas. Criamos: unidades funcionais multidisciplinares; afiliações multicêntricas; responsabilidades para além da graduação; uma unidade de investigação biomédica integrada na Escola Médica; parcerias que fomentam a investigação clínica. Mantemo-nos fieis ao princípio que "Não há Escola Médica sem investigação, não há investigação (bio)médica sem formação."

A prossecução da Missão implica certamente a renovação da responsabilidade fiduciária de consolidar os vetores e linhas de força essenciais ao desenvolvimento do projeto EM-UMinho, e que assentam na estabilidade nos compromissos fundadores do seu projeto. Mas implica igualmente, numa combinação de perspetivas estratégicas, a incorporação de novos pilares de desenvolvimento, entre os quais se devem incluir a/o: renovação da filosofia pedagógica num currículo centrado em competências, nos doentes e sistemas de saúde; assunção de responsabilidades na gestão dos cuidados de saúde e na formação médica contínua; promoção de novos modelos de gestão e de sustentabilidade integrada. E, assim, novas metas e novos desafios se antecipam para o projeto EM-UMinho.

A Visão é a de fazer da nossa Escola uma referência internacional nas suas múltiplas dimensões, assumindo a responsabilidade de ser o pivot de um cluster de saúde.
Porque a missão de uma Escola Médica é promover a Saúde e servir Pessoas, Pessoas que um dia são, ou serão, Doentes. Assim se cumpre a nossa Missão!