Ao longo da visita, os estudantes tiveram a oportunidade de contactar diretamente com o universo artístico da autora, explorando os processos criativos, as dimensões simbólicas e as abordagens conceptuais das obras apresentadas. O percurso integrou ainda um momento performativo, promovendo uma experiência imersiva que incentivou a reflexão sobre a importância do olhar, da perceção e da empatia no contexto da prática médica.
O programa incluiu igualmente uma visita à Biblioteca e ao Arquivo Municipal, acompanhada pela bibliotecária, arquivista e técnicos de conservação e restauro, permitindo aos estudantes conhecer as práticas de preservação e valorização do património documental.
Esta iniciativa reforça o compromisso da Escola de Medicina da Universidade do Minho com uma formação médica integrada, onde as artes e as humanidades assumem um papel fundamental no desenvolvimento de competências críticas, sensíveis e humanistas.